Em 2013, os gastos com material de construção no País devem movimentar R$ 119 bilhões, montante que está 9% acima do consumido no ano passado, segundo dados do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do IBOPE Inteligência.

Desse total, a classe B é a que apresenta o maior potencial de consumo, sendo responsável por 41% dos gastos projetados para o setor, o equivalente a
R$ 49 bilhões. Em seguida está a classe C, que deve movimentar R$44 bilhões na área, o que representa 37% do consumo nacional.

O potencial de consumo refere-se apenas ao consumo domiciliar, ou seja, às compras de pessoa física e inclui tintas e acessórios para pintura, material elétrico, material hidráulico, material básico, ferragens, madeiras, esquadrias, portas e batentes, pisos e revestimentos, metais para banheiro, luminárias e outros produtos para construção e reforma.

Espírito Santo
Um dia antes do início da Vitória Stone Fair, os dados do Pyxis Consumo apontam que a venda de material de construção no Espírito Santo deve movimentar R$ 2,6 bilhões este ano, o que representa um crescimento de 10% na comparação com 2012. No estado, o gasto por habitante é estimado em R$ 871,13, superior aos R$ 797,77 do ano passado.

A classe B capixaba é também a que apresenta o maior potencial de consumo no estado. A estimativa é que o grupo desembolse R$ 1,2 bilhão com esses produtos, o equivalente a 45% do que será consumido no Espírito Santo neste ano. Na sequência, aparece a classe C, com potencial de consumo estimado em R$ 1 bilhão, o que representa 39% do total de gastos na área no estado.

Fonte: IBOPE Inteligência

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