Empresas de construção estão mais otimistas no segundo semestre

13 de agosto de 2013   |   
Materiais de Construção, Notícias

Apesar da revisão da projeção de crescimento da indústria de materiais de construção de 7% para 5% em 2011, os fabricantes estão mais otimistas para o segundo semestre. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat), em julho, com as empresas que integram a entidade, indica que 56% estão otimistas em relação ao desempenho de vendas no curto prazo.

O nível de expectativa regular é de 36%, e o pessimismo atingiu 8%, contra 13% na sondagem anterior. O levantamento apontou que, na média, 50% das empresas têm boas expectativas com relação às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. Na pesquisa anterior, eram 41%. Entre os investidores está a Ferragens Pinheiro, empresa genuinamente brasiliense revendedora de produtos de aço e produtos afins. O empreendimento da família Pinheiro vem realizando diversos investimentos importantes, entre os quais a filial prestes a ser inaugurada no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA).

Referência de produtos de aço na capital, a marca Pinheiro comercializa hoje um mix de mais de dois mil tipos de produtos, somente na unidade de Taguatinga (DF). Com a nova loja a ser inaugurada neste primeiro semestre do ano, no SIA, o empreendimento se prepara para aumentar os seus estoques e, consequentemente , as vendas em 28% até o fim do ano.

“São mais de cinco décadas de trabalho e dedicação aos nossos clientes. Por isso, a cada ano, procuramos inovar e melhorar nossos serviços e ampliar nossas vendas de produtos. Entre os nossos projetos para este ano, também temos o lançamento de nossa primeira indústria, instalada na Ceilândia”, conta a diretora executiva da Ferragens Pinheiro, Janine Brito.

De acordo com a Abramat, 74% das indústrias de materiais de construção pretendem aumentar seus investimentos ao longo dos próximos 12 meses. Em julho de 2010, 76% das companhias tinham intenção de ampliar investimentos no próximo ano. A pesquisa indica que a indústria está trabalhando com 86% da sua capacidade produtiva, média mantida nos últimos doze meses.

Fonte: Pautas Incorporativas

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